
O estudo BIOinov, feito pela Competinov e divulgado no Porto em dezembro de 2007, recomendou que as indústrias tradicionais portuguesas procurassem na biotecnologia uma forma de se diferenciarem pela inovação. Alexandre Campos, responsável pelo trabalho, afirmou que estes setores só podiam competir inovando.
O levantamento incluiu as 52 empresas de biotecnologia do país, 19 delas ainda em fase de criação, empresas do têxtil e do calçado e 77 unidades de investigação do ensino superior. A Universidade do Porto era a instituição com mais unidades na área, 14. A saúde e a farmacêutica surgiam como as aplicações mais representadas, seguidas da ambiental e da alimentar, e cerca de 41% das empresas de biotecnologia consideravam os setores tradicionais clientes importantes.
Entre as recomendações estavam a criação de um parque tecnológico e biotecnológico com ligação virtual a clientes e parceiros, um organismo que representasse essa rede de inovação e ações de divulgação das empresas de biotecnologia junto da indústria tradicional.