
Investigadores da Universidade da Pensilvânia e da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, compararam mais de 240 doentes com depressão distribuídos aleatoriamente por três grupos: medicação antidepressiva, terapia cognitiva e placebo.
Ao fim de 16 semanas, os efeitos dos medicamentos e da terapia eram equivalentes. A diferença surgiu depois: os sintomas voltaram com uma frequência significativamente menor nos doentes tratados com terapia cognitiva.
Os psiquiatras envolvidos defenderam que esta abordagem podia ter taxas de sucesso semelhantes às dos fármacos. A notícia lembrava que mais de 100 milhões de pessoas no mundo sofriam de depressão.