
A 24 de outubro de 2008, a juíza do processo em que cinco inspetores da Polícia Judiciária eram acusados de agredir Leonor Cipriano, durante a investigação do desaparecimento da filha, Joana, aceitou o pedido da Ordem dos Advogados para se constituir assistente, segundo uma fonte ligada ao processo.
A defesa dos inspetores queria ouvir como testemunha o bastonário, Marinho Pinto, o que a decisão deixou de permitir.
O julgamento devia ter começado nesse dia, mas foi adiado para a segunda-feira seguinte, por morte de um familiar de um dos juízes do coletivo.