
Na edição eletrónica de agosto de 2007, o L'Echo escreveu, citando a imprensa portuguesa, que o PSD tinha beneficiado em 2002, quando era liderado por José Manuel Barroso, que em 2007 presidia à Comissão Europeia, de fundos ilícitos pagos por uma empresa privada.
O jornal citou também a agência Belga. Questionada sobre o caso, a Comissão Europeia recusou comentar: a porta-voz Amélia Torres disse que a instituição não comentava, por princípio, desenvolvimentos estritamente nacionais.
Num acórdão de 27 de junho de 2007, o Tribunal Constitucional deu como cabalmente provado que a Somague pagou uma fatura de 233.415 euros por serviços prestados ao PSD e à JSD pela Novodesign, então detida pela Brandia Creating.