
A 9 de maio de 2007, o antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa Pedro Santana Lopes afirmou que não queria ser candidato à autarquia. Mesmo com um convite do PSD, só admitiria pensar no assunto se lhe pedissem desculpa publicamente pelo que lhe tinham feito dois anos antes.
Sobre a crise na câmara, considerou que Carmona Rodrigues talvez não fosse o principal culpado, mas recusou discutir a governabilidade do município enquanto o presidente não admitisse não ter condições para continuar. Se a câmara caísse, disse, sentir-se-ia livre para falar.
Santana Lopes entendeu que Marques Mendes saía fragilizado do episódio e defendeu que o candidato do PSD devia conhecer bem a gestão da câmara, por entrar a meio do mandato. Disse ainda estar muito triste com a situação, lembrando o trabalho que a autarquia representara.