
A 17 de maio de 2007, um funcionário do centro de imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia disse que Moscovo estava a apurar as circunstâncias da alegada detenção de um cidadão russo pela polícia portuguesa e prometeu explicações mais tarde.
No mesmo dia, o inspetor-chefe da Polícia Judiciária Olegário Sousa esclareceu que o homem tinha sido ouvido como testemunha e saíra em liberdade às 02h40. O único arguido continuava a ser o luso-britânico Robert Murat. Na véspera, a PJ levara dois computadores e outro material da casa onde o russo vivia com os pais, a cerca de 600 metros em linha reta do aldeamento Ocean Club, na Praia da Luz, em Lagos. Segundo um vizinho, era dono de uma loja de informática na zona de Lagoa.
Madeleine McCann desapareceu a 3 de maio de um quarto do aldeamento, onde dormia com os dois irmãos enquanto os pais jantavam num restaurante próximo. Tinha feito quatro anos no sábado anterior à notícia.