
Em outubro de 2008, a Ferrari ameaçou abandonar a Fórmula 1 caso fosse aprovada a proposta da Federação Internacional do Automóvel de obrigar todas as equipas a usar o mesmo motor, medida que podia entrar em vigor em 2010.
A FIA justificou a norma com a necessidade de reduzir custos e com o projeto de padronizar os motores. O conselho de administração da Ferrari respondeu em comunicado que a regra contrariava a lógica da concorrência e do desenvolvimento tecnológico. Outros construtores também se opuseram. As críticas baixaram de tom quando a federação admitiu que as equipas pudessem construir os próprios motores e transmissões, desde que cumprissem um caderno de encargos rigoroso.